sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Mais um exemplo de acesso e não de posse: Bicicloteca

Há alguns dias, citei aqui a importância de libertarmos as vozes caladas dentro de livros fechados. Hoje, trago mais um exemplo que além de libertá-las, as leva a pessoas com dificuldade de acessá-las (mas não de ouvi-las).
A Bicicloteca é iniciativa de um ex-morador de rua que sentia vontade de ler mas não tinha acesso às bibliotecas. Agora, ele utiliza uma bicicleta para levar 150kg de histórias pelas ruas de São Paulo.


Esta iniciativa também está relacionada ao aspecto de uma tendência de comportamento já apontada em posts anteriores: a de priorizarmos o acesso e não a posse dos produtos. Ou seja, a Bicicloteca parece ser uma costura dos dois assuntos, não?
Eu estou apaixonada pelo projeto. Quem ficou curioso, vale a pena visitar o link: http://biciclotecas.wordpress.com/about/

2 comentários:

  1. Ana, a Bicicloteca foi roubada e resgatada toda danificada. Por isso fiquei sabendo da sua existência. Um trabalho muito bacana junto aos moradores de rua.

    Agradeço por ajudar a espalhar a ideia do BookCrossing Blogueiro e tudo o que vem agregado ao ato de "libertar" um livro.
    Aproveito para contar que já agendei a 4ª Edição para a segunda quinzena de abril de 2012 (16 a 23). A explicação para esse intervalo grande é justamente para os "apegados" aos bens materiais se acostumarem com a ideia de "dividir para somar".
    O conhecimento não é nosso, é da humanidade!
    Vamos seguindo doando um pouco do que temos e motivando mais pessoas, praticando o desapego, espalhando cultura e quem sabe, despertando novos leitores?

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  2. Oi Luma, pode contar comigo. Fico no aguardo da 4a. edição e, enquanto isso, plantando sementinhas por aí. Abç!

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